
A Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa recebeu, nesta quarta-feira (23), o Sindicato dos Taxistas do Maranhão. O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) registrou da tribuna a discussão sobre a proposta, apresentada pela categoria para apreciação, de contratação pelo Poder Executivo do serviço de Táxi, por aplicativo, para o deslocamento exclusivo dos servidores públicos em serviço em áreas urbanas.“Nós recebemos a proposta, esclarecemos que não compete à Assembleia legislar sobre essa matéria, mas que tanto eu como o Cabo Campos que estava presente também na reunião vamos encaminhar ao governo do Estado em forma de indicação, para que essa proposição seja apreciada, analisada e que possa ser decidida pelo governo, fazendo a própria análise e tirando a sua própria conclusão”, esclareceu.Os taxistas informaram que a proposta já foi adotada pelos estados de Goiás, Curitiba e também em Brasília e representa uma economia para o Estado. Ainda segundo eles, os argumentos obtidos junto às entidades sindicais dos estados que já adotaram a medida apontam um socorro grandioso para a categoria, que alegaram uma perda na ordem de 60% no faturamento.O socialista afirmou que esse diálogo é muito importante porque o país e o mundo atravessam problemas complexos, com uma forte por conta das novas tecnologias. Fato que tem impactado todos os segmentos, inclusive algumas profissões. Especialistas ressaltam que muitas profissões serão extintas nos próximos 15 anos em razão das novas tecnologias.Para o Bira, isso não é motivo para se descuidar ou deixar de analisar os pleitos. Pelo contrário, é preciso usar as tecnologias em favor dos profissionais. Ele lembrou que pais e mães de famílias dependem das atividades que desenvolvem e precisam de alternativas de trabalho e renda que possam suprimir a lacuna, que é causada por aquela transição momentânea.O parlamentar explicou ainda que a medida adotada não é uma lei, é uma licitação, o governo adota e contrata uma empresa de serviço de aplicativo para táxi por meio de uma licitação. De acordo com ele, assim foi feito em Goiás, Curitiba e categoria destacou que tem sido um sucesso e não causou nenhum conflito, apenas uma medida, sublinhou, para tentar mitigar os efeitos imediatos dessa transição tecnológica.“De maneira que recebemos com muita atenção os representantes da categoria. Estamos encaminhando ao governador Flávio Dino para análise técnica. Nós gostamos da ideia e acreditamos que pode ser boa para o Estado e categoria, mas a decisão é do Governo do Estado”, concluiu.
A Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa recebeu, nesta quarta-feira (23), o Sindicato dos Taxistas do Maranhão. O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) registrou da tribuna a discussão sobre a proposta, apresentada pela categoria para apreciação, de contratação pelo Poder Executivo do serviço de Táxi, por aplicativo, para o deslocamento exclusivo dos servidores públicos em serviço em áreas urbanas.“Nós recebemos a proposta, esclarecemos que não compete à Assembleia legislar sobre essa matéria, mas que tanto eu como o Cabo Campos que estava presente também na reunião vamos encaminhar ao governo do Estado em forma de indicação, para que essa proposição seja apreciada, analisada e que possa ser decidida pelo governo, fazendo a própria análise e tirando a sua própria conclusão”, esclareceu.Os taxistas informaram que a proposta já foi adotada pelos estados de Goiás, Curitiba e também em Brasília e representa uma economia para o Estado. Ainda segundo eles, os argumentos obtidos junto às entidades sindicais dos estados que já adotaram a medida apontam um socorro grandioso para a categoria, que alegaram uma perda na ordem de 60% no faturamento.O socialista afirmou que esse diálogo é muito importante porque o país e o mundo atravessam problemas complexos, com uma forte por conta das novas tecnologias. Fato que tem impactado todos os segmentos, inclusive algumas profissões. Especialistas ressaltam que muitas profissões serão extintas nos próximos 15 anos em razão das novas tecnologias.Para o Bira, isso não é motivo para se descuidar ou deixar de analisar os pleitos. Pelo contrário, é preciso usar as tecnologias em favor dos profissionais. Ele lembrou que pais e mães de famílias dependem das atividades que desenvolvem e precisam de alternativas de trabalho e renda que possam suprimir a lacuna, que é causada por aquela transição momentânea.O parlamentar explicou ainda que a medida adotada não é uma lei, é uma licitação, o governo adota e contrata uma empresa de serviço de aplicativo para táxi por meio de uma licitação. De acordo com ele, assim foi feito em Goiás, Curitiba e categoria destacou que tem sido um sucesso e não causou nenhum conflito, apenas uma medida, sublinhou, para tentar mitigar os efeitos imediatos dessa transição tecnológica.“De maneira que recebemos com muita atenção os representantes da categoria. Estamos encaminhando ao governador Flávio Dino para análise técnica. Nós gostamos da ideia e acreditamos que pode ser boa para o Estado e categoria, mas a decisão é do Governo do Estado”, concluiu.
A Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa recebeu, nesta quarta-feira (23), o Sindicato dos Taxistas do Maranhão. O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) registrou da tribuna a discussão sobre a proposta, apresentada pela categoria para apreciação, de contratação pelo Poder Executivo do serviço de Táxi, por aplicativo, para o deslocamento exclusivo dos servidores públicos em serviço em áreas urbanas.“Nós recebemos a proposta, esclarecemos que não compete à Assembleia legislar sobre essa matéria, mas que tanto eu como o Cabo Campos que estava presente também na reunião vamos encaminhar ao governo do Estado em forma de indicação, para que essa proposição seja apreciada, analisada e que possa ser decidida pelo governo, fazendo a própria análise e tirando a sua própria conclusão”, esclareceu.Os taxistas informaram que a proposta já foi adotada pelos estados de Goiás, Curitiba e também em Brasília e representa uma economia para o Estado. Ainda segundo eles, os argumentos obtidos junto às entidades sindicais dos estados que já adotaram a medida apontam um socorro grandioso para a categoria, que alegaram uma perda na ordem de 60% no faturamento.O socialista afirmou que esse diálogo é muito importante porque o país e o mundo atravessam problemas complexos, com uma forte por conta das novas tecnologias. Fato que tem impactado todos os segmentos, inclusive algumas profissões. Especialistas ressaltam que muitas profissões serão extintas nos próximos 15 anos em razão das novas tecnologias.Para o Bira, isso não é motivo para se descuidar ou deixar de analisar os pleitos. Pelo contrário, é preciso usar as tecnologias em favor dos profissionais. Ele lembrou que pais e mães de famílias dependem das atividades que desenvolvem e precisam de alternativas de trabalho e renda que possam suprimir a lacuna, que é causada por aquela transição momentânea.O parlamentar explicou ainda que a medida adotada não é uma lei, é uma licitação, o governo adota e contrata uma empresa de serviço de aplicativo para táxi por meio de uma licitação. De acordo com ele, assim foi feito em Goiás, Curitiba e categoria destacou que tem sido um sucesso e não causou nenhum conflito, apenas uma medida, sublinhou, para tentar mitigar os efeitos imediatos dessa transição tecnológica.“De maneira que recebemos com muita atenção os representantes da categoria. Estamos encaminhando ao governador Flávio Dino para análise técnica. Nós gostamos da ideia e acreditamos que pode ser boa para o Estado e categoria, mas a decisão é do Governo do Estado”, concluiu.
A Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa recebeu, nesta quarta-feira (23), o Sindicato dos Taxistas do Maranhão. O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) registrou da tribuna a discussão sobre a proposta, apresentada pela categoria para apreciação, de contratação pelo Poder Executivo do serviço de Táxi, por aplicativo, para o deslocamento exclusivo dos servidores públicos em serviço em áreas urbanas.
“Nós recebemos a proposta, esclarecemos que não compete à Assembleia legislar sobre essa matéria, mas que tanto eu como o Cabo Campos que estava presente também na reunião vamos encaminhar ao governo do Estado em forma de indicação, para que essa proposição seja apreciada, analisada e que possa ser decidida pelo governo, fazendo a própria análise e tirando a sua própria conclusão”, esclareceu.
Os taxistas informaram que a proposta já foi adotada pelos estados de Goiás, Curitiba e também em Brasília e representa uma economia para o Estado. Ainda segundo eles, os argumentos obtidos junto às entidades sindicais dos estados que já adotaram a medida apontam um socorro grandioso para a categoria, que alegaram uma perda na ordem de 60% no faturamento.
O socialista afirmou que esse diálogo é muito importante porque o país e o mundo atravessam problemas complexos, com uma forte por conta das novas tecnologias. Fato que tem impactado todos os segmentos, inclusive algumas profissões. Especialistas ressaltam que muitas profissões serão extintas nos próximos 15 anos em razão das novas tecnologias.
Para o Bira, isso não é motivo para se descuidar ou deixar de analisar os pleitos. Pelo contrário, é preciso usar as tecnologias em favor dos profissionais. Ele lembrou que pais e mães de famílias dependem das atividades que desenvolvem e precisam de alternativas de trabalho e renda que possam suprimir a lacuna, que é causada por aquela transição momentânea.
O parlamentar explicou ainda que a medida adotada não é uma lei, é uma licitação, o governo adota e contrata uma empresa de serviço de aplicativo para táxi por meio de uma licitação. De acordo com ele, assim foi feito em Goiás, Curitiba e categoria destacou que tem sido um sucesso e não causou nenhum conflito, apenas uma medida, sublinhou, para tentar mitigar os efeitos imediatos dessa transição tecnológica.
“De maneira que recebemos com muita atenção os representantes da categoria. Estamos encaminhando ao governador Flávio Dino para análise técnica. Nós gostamos da ideia e acreditamos que pode ser boa para o Estado e categoria, mas a decisão é do Governo do Estado”, concluiu.